17 a 20 de agosto – Sonhos

17 de agosto

Sonhei que eu e T passeávamos de mãos dadas por um beco de ensolarado de Barcelona. A certa altura, voltei-me e chorei forte sobre o ombro dela. Entendi que era uma despedida. Acordei emocionado.

18 de agosto

Sonhei que tinha uma turma de pessoas e fazíamos um passeio, era férias. T (M) me infernizava e gritei com ele. Mas ele devolveu o meu discurso na forma de nhenhehém e eu caí em mim e me curei de minha raiva dele.

19 de agosto

Sonhei que eu tinha uma espécie de pousada e que eu acolhia visitas sortidas e excursões de chineses. O lugar era grande e tinha rampas para escorregar de andar para andar, tipo a Fábrica de Willy Wonka. Acabara de construir a casa, mas, às vezes, de repente, enchia de gente. A certa altura, vi S pelada, desfazendo a mala que trouxera para a minha pousada, em um quarto reservado, e conversamos – ela estava radiante! Foi lindo. Numa festa da pousada, uma moça e um moço mais mais jovens, ao mesmo tempo, flertavam muito comigo, fiquei feliz.

20 de agosto

Sonhei com uma cidade conflagrada. Eu vestia uniforme de combate e a luta era espalhada e esporádica, descentrada como em uma guerra civil. Ou cheia de espera e de vazio, seguidos de espasmos de pânico e descontrole, tal como o garçonato ou a prostituição de rua. Foi um sonho longo, mas só me recordei, ao acordar, que no final eu perdia meu fuzil e passava muito tempo desprotegido, procurando me armar. Era São Paulo.